31 de ago de 2010

Seu mundo pode ser cor-de-rosa...



Muito trabalho, poucas horas de sono, computador que começa a pegar fogo, tudo na última semana que me pareceu a mais cansativa de toda a minha vida.

Mas aí um ipê rosa floresce depois de três anos...

Não tem como não sorrir diante desta pintura do Criador. Ele só sabe fazer coisa bonita.

Um bom mundo cor-de-rosa para você!

P.S.1: A foto é de um ipê rosa no jardim da Escola de Pastores, tirada em 31/08.

P.S.2: Nada como fazer campanha para amigos caridosos não? No post do dia 09/06, eu comentei sobre o CD do filme Once. E não é que eu ganhei uma cópia? Valeu Luís!

13 de ago de 2010

Suas mãos estão cheias de conchas?

Apenas veja. E como eu reavalie muita coisa.

Meu Brasil brasileiro

Lindo vídeo promocional do Brasil, produzido pelo Fernando Meirelles. Vejam! Porque é sempre bom lembrar que moramos num país, como já se disse, “bonito por natureza”. Ô privilégio!



E é sempre bom lembrar que ainda tenho uma listinha de lugares para conhecer.

Rio, Fernando de Noronha, Salvador, Foz do Iguaçu, São Paulo, BH, Ouro Preto, Brasília: OK! Checked out!

Pantanal, Bonito, Amazonas, Chapada Diamantina: me aguardem que um dia eu apareço aí...

11 de ago de 2010

Pára um pouquinho, descansa um pouquinho...



Levanta a mão quem não lembra desta propaganda?

Lembrei dela ontem, porque no meu caso, eu estou precisando de um vôo com muitas escalas: “pára um pouquinho, descansa um pouquinho...”

P.S.: Mais cedo vi que um clube perto de minha casa já está divulgando seu evento de Reveillon!!! Deste jeito está difícil da vida ser menos frenética...

5 de ago de 2010

Tempos e tempos



Segue texto antigo, já que a mente tem estado um pouco em branco, sugada por tantos afazeres e preocupações.

Mas vem bem a calhar.

Ando cansada. Muito mesmo. Fazendo muitas coisas. Não fosse a certeza de que é um esforço necessário por um tempo, e de que tudo o que tenho feito vale realmente à pena, acho que já tinha enlouquecido.

Mas já já eu faço que nem o sol e me permitirei descansar e reivindicar meu espaço.

Entre o dia e a noite

Mais um dia acabou e eu nem percebi. Como eu, ele se esvai, cansado e sem forças. Em sua impotência cede lugar à escuridão, que devora as casas, árvores, montanhas, expectativas e esperanças, fazendo as cores e as coisas desaparecerem. Sucumbo também à penumbra, essa quase ausência de luz. Tarefas estabelecidas mas não cumpridas, planos idealizados mas não realizados, alvos definidos mas não atingidos. O que era para ter sido e não foi. Apenas o quase. Meio do caminho. Apenas uma terrível angústia. Um fim que se impõe todo dia: interminável, mas não conclusivo. Nem dia nem noite.

No entanto, certo dia, vi o sol. Distante e esquecido lá em cima do céu, cansado da rotina de fazer as cores existirem, resolveu descer. À medida que ia descendo, maior ficava. As casas, árvores e montanhas se apagavam, mas também adquiriam reflexos dourados, fazendo as atenções convergirem para ele. Meu coração, também cansado da rotina, ia calando as exigências e reivindicando o seu espaço. A luz dourada revelava o sonho e a esperança e deixava as contas, tarefas e problemas na penumbra. O sol, em seu último rasgo luminoso, foi embora prometendo voltar, enquanto a primeira estrela aparecia no céu negro. Dia e noite ao mesmo tempo.
Gabriela Machado Machado
04/05/2001

1 de ago de 2010